Acho que estou doente. Não a doença que domina o corpo, que lhe adormece os sentidos e o deixa perecer, mas a que enfraquece a alma, a apaga e a maltrata.
Já não sinto o coração a bater dentro do peito, só um aperto no estômago. Acho que é Saudade. Aquele sentimento tão nobre, aquela palavra que todos adoram por ser só nossa está a fazer-me sucumbir.
Não me lembro da tua voz. Fecho os olhos, fecho com muita força e não me consigo lembrar. Lembro-me de todas as palavras que trocamos, mas aquela voz não é tua. É como se te estivesse a perder, como se estivesses a fugir dos meus pensamentos. De mim. Não quero. Não quero ter sentimentos nobres que me fazem sofrer. Só quero ter-te aqui.
Agora percebo. Ninguém morre de amor. É verdade, morre de Saudade.
Já não sinto o coração a bater dentro do peito, só um aperto no estômago. Acho que é Saudade. Aquele sentimento tão nobre, aquela palavra que todos adoram por ser só nossa está a fazer-me sucumbir.
Não me lembro da tua voz. Fecho os olhos, fecho com muita força e não me consigo lembrar. Lembro-me de todas as palavras que trocamos, mas aquela voz não é tua. É como se te estivesse a perder, como se estivesses a fugir dos meus pensamentos. De mim. Não quero. Não quero ter sentimentos nobres que me fazem sofrer. Só quero ter-te aqui.
Agora percebo. Ninguém morre de amor. É verdade, morre de Saudade.
